‘Person of the Year’ para Mark Zuckerberg

Alguém tinha dúvida? O tradicional “Person of the Year” da TIME Magazine ficou mesmo com Mark Zuckerberg: o menino que conectou mais de 500 milhões de pessoas ao redor do mundo, redefiniu os conceito de privacidade e interconectividade e ainda foi, de lambuja, personagem de um belo filme.

O filme é bom, talvez permeado de certo maniqueísmo e bem esquemático quando tenta explicar as motivações de Mark, mas ainda assim é o melhor retrato desta novíssima geração 2.0 (você, eu, nós?)

Esqueçam a intenção dos autores em transformar Zuckerberg em um vilão tecnosoft, um clichê que sempre recai nos miliardários ligados ao mundo geek — como Bill Gates, Sergey Brin ou até mesmo Steve Jobs. Mas o mais bacana mesmo no filme é entender o quanto o moleque é determinado, focado, eficiente e leal a sua proposta de transformar o site em algo apenas “cool”…

Ele nunca se rende a intenção de seu sócio mor, o magoado Eduardo Saverin, em capitalizar o seu site a cada 100 mil usuários.

Assistam o filme e leiam a matéria da TIME. Vale a pena!

TIME: http://bit.ly/fIJcE8

6 comentários sobre “‘Person of the Year’ para Mark Zuckerberg

  1. Grande Becken;

    Ia comentar o post de cima mas vi que os comentários estão fechados. Doesn’t matter, comento aqui:

    Admiro o Mark Zuckerberg. Só por ter fundando uma rede social de fronteiras inimagináveis, e com que idade, ele merecia o POFY da Time sem dúvidas. Só não sei porque foi dado só em 2010 tendo em vista que o Face já é sucesso desde antes.

    Ainda não vi “A Rede Social”. Mas sei que ele traz mais um perfil dramático e oculto da criação do Facebook e a pessoa Mark. Deve ser interessante.

    “Você não consegue 500 milhões de amigos sem fazer alguns inimigos”.

    E é verdade…

  2. Rapaz, estou esperando há tempos para assistir esse filme. Mas o ruim de morar no interior é que os filmes demoram a sair em cartaz. Até agora nada aqui.

    Ouvi bastante críticas sobre a maneira como o filme encarou o personagem “Zuckenberg”. Porém, os comentários que leio só reforçam a opinião de que a obra está cumprindo o papel proposto: ser um retrato dessa geração 2.0, como você mencionou no texto.

    Enfim, estou curioso para assistir ao filme.

    Abraço!

  3. haha fiz isso no último fim de semana, depois de ler teu comentário. Até porque aqui não deram nem previsão de quando vai sair. Está lá o cartaz de “breve”…

    Gostei do filme, no geral. A cena final foi marcante, com o Zuckerberg dando “refresh” na página. Acredito que sintetizou um pouco do que tentaram mostrar durante o filme, que apesar de ter feito um negócio de bilhões, ele também erra, acerta e tem os mesmos sofrimentos e angústias de outras pessoas “comuns”.

    Mas vou esperar sair no cinema para assistir novamente, gosto da sensação da telona.🙂

    Abs

  4. Adorei o filme.

    Uma cena que me chamou a atenção foi aquela em que ele tem a idéia de colocar o “estado civil” do camarada no site.
    É impressionante como grandes sacadas nascem de coisas simples.

    Na nossa vida isso acontece o tempo todo.

    FF

    Ps. Becken, vê se aparece lá no blog dos meninos. Estamos carentes de suas opiniões como comentarita.

    1. Olá, Fernando!

      É… o sujeito estava 24 horas ligado na “usabilidade” do site; Coisa de obsessivos compulsivos — gente que u respeito e estimo. 🙂

      Quanto a comentar em outros blogs, confesso que preciso me atualizar quanto a F1, pois ando enferrujadíssimo, sem saber muito bem o que anda rolando por aí…

      Abração

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